Barry Jenkins vai realizar série baseada em The Underground Railroad

Lembram-se dos Óscares deste ano? A seca de sempre, mas desta feita com o extra da trapalhada final, com o melhor filme do ano a ser mesmo premiado. Moonlight ganhou, contra quase todas as expectativas, quebrando tabus e especulações no processo. Terrell Alvin McCraney, o dramaturgo da peça na base do filme, teve o reconhecimento merecido, com …

Fernando Namora reeditado pela Caminho

Depois de reeditar Retalhos da Vida de um Médico, entretanto esgotado e em processo de reimpressão, a Caminho publica agora uma nova edição de O Rio Triste, de Fernando Namora, com prefácio de David Mourão-Ferreira e posfácio de Fernando Batista. Até ao final do ano a Caminho lança ainda o livro Domingo à Tarde, do mesmo autor. …

Quintas de Leitura 19/01/2017

Nuno Júdice e a sua poesia foram convidados de honra de mais uma noite de partilha cultural e artística, num Teatro do Campo Alegre completamente esgotado, como é tradição neste evento já mítico do Porto. O livro A Convergência dos Ventos (Quetzal, 2015) foi o norte magnético para todas as actividades da noite, que se iniciou …

As novidades de Janeiro da D. Quixote (Leya)

Maria Teresa Horta vê editado pela primeira vez na D. Quixote Ema, o seu segundo romance que, em 1984, venceu o Prémio Ficção da Revista Mulheres. A história é dura e tensa, no ambiente claustrofóbico de uma casa, onde os espectros de várias gerações de Emas ainda habitam: uma avó morta pelo avô, uma mãe que …

Paul Beatty entrevistado pela BBC

Paul Beatty, primeiro escritor americano a vencer o Man Booker Prize, com o fantástico The Sellout, desde a abertura das candidaturas a todos os livros em inglês, independentemente da nacionalidade do autor, concedeu uma entrevista muito interessante ao programa HARDtalk da BBC. Stephen Sackur dirige magistralmente a entrevista, com alguns “escorregões”, perante as reticências e resistências constantes …

O Goncourt e o Renaudaut 2016 foram (bem) entregues

O prémio Goncourt 2016 foi atribuído à franco-marroquina Leïla Slimani, de 35 anos, por Chanson Douce (Gallimard, 2016), sucedendo assim a Mathias Énard no maior prémio literário francês da actualidade. O seu segundo romance foca-se num trágico infanticídio, que se baseia livremente num fait-divers que sucedeu há uns tempos nos EUA, em que uma baby-sitter matou …