home 45 rotações, MÚSICA Os protestos musicais anti-Trump

Os protestos musicais anti-Trump

Os Prophets of Rage, grupo formado em 2016 que junta Chuck D e DJ Lord dos Public Enemy, B-Real dos Cypress Hill e (quase) todos os membros dos Rage Against the Machine (excepto Zack de la Rocha), anunciaram um baile de inauguração de protesto à tomada de posse de Donald Trump, agendada para amanhã.

Com eles trazem Jackson Brown, Jack Black, Vic Mensa e o Los Angeles Freedom Choir.

O cartaz do evento ficou bem apelativo e o manifesto que partilharam no Facebook explica com detalhe o plano de acção e combate, para encarar um futuro que se adivinha negro.

 

Bruce Springstein, que nunca negou o seu apoio incondicional a Obama, foi um dos primeiros a declarar publicamente a recusa de actuar na tomada de posse de Trump.

Consequente, como sempre, ontem decidiu actuar para 250 membros do pessoal de Obama, num concerto acústico secreto e íntimo, na Sala Este da Casa Branca. Segundo o site Backstreets, do alinhamento constaram clássicos fortemente políticos do Boss, como “Thunder Road”, “The Promised Land”, “Land of Hope and Dreams” e a inevitável “Born in the USA”.

A comunidade LGBT escolheu outro meio de se fazer ouvir. A Werk For Peace e a DisruptJ20 criaram um evento no Facebook, a que chamaram Queer Dance Party at Mike Pence’s House, uma festa em frente à casa de Washington do vice-presidente Mike Pence, reconhecidamente homofóbico e transfóbico.

O jornal The Independent fez uma lista das negas que Trump já levou e foram muitas.

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