Quando o público entra ouve-se o som de uma cidade a ser destruída. Em palco, vários destroços vão caindo com impacto nas tábuas. Este som faz-se ouvir até as portas do teatro se fecharem e a luz da plateia se apagar. Silêncio. Passados uns minutos, o suficiente até o público se inquietar, as luzes do …
Então propus-lhe porque não todos os meses escrever uma cena de uma peça, e ao final de não sei quantos meses, porque não sei quantas cenas terá e no final conseguirmos ter uma peça, uma peça completa.
Para nos ajudar e alargar perspectivas, convidamos mulheres que admiramos e cujo trabalho se destaca pela sua qualidade a mostrar-nos o que as surpreendeu no ano morto.
Os clássicos são sempre um chamariz para o amante do Teatro, talvez na tentativa de perceber porque tão pouco mudou na forma como se contam histórias e se constroem personagens, mas também como se estrutura uma peça de teatro. Este Para Que Os Ventos Se Levantem, o drama de Orestes, apesar de neste caso (sub) …
Noites como esta são como um bom spa: regeneram, purificam, relaxam, mas também ajudam a recuperar a esperança no futuro de uma Arte que insiste em manter-se num compartimento distanciado das outras
Uma peça estimulante e completa, que merecia mais récitas no palco do Teatro Nacional São João.
Orgia começa pelo final. “Pronto, eu fui um homem diferente em vida: é esta a razão pela qual me perguntei como é que pude viver em paz, do lado da ordem. É simples: escondendo de mim mesmo e dos outros a minha diversidade. Ela nunca foi examinada, compreendida, aceite, discutida, manipulada. Permaneceu virgem tal como …
Uma versão que nos permite celebrar a eterna contemporaneidade de Molière.
O melhor que vimos, ouvimos e experienciamos em 2021, para que 2022 comece da melhor maneira. Só agora? Sim. Porque o ano analisa-se depois de terminar. E porque nós podemos. Somos cultores da Slow Culture #slowculture
Um espectáculo memorável a todos os títulos.