Materna Doçura – Possidónio Cachapa (Companhia das Letras, 2019)
“Escrito com irreverência e imaginação, Materna Doçura conduz-nos da primeira à última página com uma avidez feita de riso, emoção e drama. Uma leitura imprescindível.”
“Escrito com irreverência e imaginação, Materna Doçura conduz-nos da primeira à última página com uma avidez feita de riso, emoção e drama. Uma leitura imprescindível.”
“Da voz de Bibiana e da mudez de Belonísia, cujo timbre sempre foi o som do mundo, fala-nos Itamar Vieira Junior neste romance que retrata em poesia a verdade do sofrimento e crueldade humanas e a resiliência digna de quem, derrotado, terminará por vencer. «Sobre a terra há de viver sempre o mais forte.». Deleitem-se!”
Ouro, Prata e Silva é o primeiro livro da série em torno de Marcelo Silva, um jornalista experiente que é nomeado para dirigir uma nova brigada anticorrupção numa Lisboa a rebentar pelas costuras de turistas e onde os vícios e perversões da elite que controla o país são encapotados à vista de todos. Logo nos …
“Poeta bilingue, génio de inúmeras facetas, Fernando Pessoa foi tão grandioso (ou praticamente o foi) como o poeta português que mais assombra o cânone da literatura nacional, quanto o foi ao escrever na língua de Shakespeare.”
“As histórias de Maria Judite Carvalho oscilam entre uma melancolia esmagadora e a ironia de pequenos acidentes que afastam ou aproximam estas pessoas, que parecem suspensas no espaço e tempo, longe do mundo e dos outros, fechados em casas que tanto os protegem como os isolam…”
“O México continua a surgir com um deus adormecido pelos interesses da corrupção e do capitalismo. Talvez, um dia, Quetzalcoátl, a serpente emplumada, venha reclamar o que é seu.”
“George Orwell aparece-nos como uma personalidade complexa, dividido entre os preconceitos de classe em que se formou e o desejo de superar essas limitações; tenso entre o snobismo a que nem faltava o sotaque posh e a ansiedade de conhecer e integrar um mundo que lhe estava vedado: o das classes desfavorecidas.”
“Escrevendo de forma aparentemente simples, Sayaka Murata pinta-nos um quadro vivo sobre a inadaptação na contemporaneidade e as diversas imposições sociais que constrangem cada cidadão.”
“Não é para os amantes de acção constante, mas mais para quem tem tempo para apreciar os ambientes políticos, as sensibilidades subtis que se vão desenhando, e a riqueza da personagem principal.”
É então necessário ler Confissões com ressalvas e como o produto de um tempo e contexto literário, partindo depois para representações mais honestas, menos problemáticas e mais feministas do que é ser travesti ou de se retirar prazer de, por momentos e de forma artificial, vestir a pele do nosso outro sexual.