Vaiapraia – 100% Carisma (Tons to Tell, 2020)
“Nestes tempos estranhos em que vivemos, é bom sentir que o silêncio não nos dominou, que ainda há música com algo a dizer ao mundo.”
“Nestes tempos estranhos em que vivemos, é bom sentir que o silêncio não nos dominou, que ainda há música com algo a dizer ao mundo.”
“Os samurais são pormenorizadamente descritos, e são desmentidos quase todos os mitos a eles associados com não menos detalhe.”
“sem deixar de ser acessível ao leitor não especializado, Teresa – A Condessa Rainha não abdica, nem do rigor, nem da exigência.”
Castro de António Ferreira é apontado como um dos textos seminais da cultura portuguesa. Não obstante a distância temporal que dele nos separa, a importância que o mito de Pedro e Inês ainda assume nas nossas vivências culturais (e porque não?, quando tantas são as obras que dele derivam) talvez esteja na origem da decisão …
Experiência arriscada e a espaços compensadora, esta em que o teatro se estilhaça em monólogos e diálogos curtos, com a dissolução do todo dramático tradicional, substituída pela evocação das virtudes e possibilidades de um espectáculo por cumprir.
Vasco Dantas é um dos mais relevantes pianistas portugueses da sua geração. Ao contrário daquela que parece ser a tendência no meio, tem conseguido transportar o seu talento para o mercado internacional, edificando uma carreira de sucesso. Poetic Scenes for Piano (com selo da ARS Produktion) é já o seu 3º trabalho discográfico, uma seleção …
Deixa-te de Mentiras é uma poética elegia aos amores vividos em segredo, a um homem vencido pela auto-repressão e à memória dos que desapareceram, mas também uma lembrança dos obstáculos à felicidade e à liberdade sexual…
Tratando-se duma obra de ficção, é notável como consegue escapar à armadilha da caricatura no retrato que apresenta, sem comprometer a frontalidade com que o faz.
Manifesto contra os que têm pressa em erradicar a tristeza, Aprender a Falar com as Plantas tem uma espécie de lema subjacente: “As espécies que se adaptam às mudanças, são as que sobrevivem”.
Será decerto único e intransmissível o que é que cada um descobre quando chega ao fim deste livro. Mas constatação consensual será a de que a esperança de poder um dia aliviar o fardo de carregar a existência tem uma cor: o branco.