Um romance indispensável para os leitores fiéis de Pedro Juan Gutiérrez, mas também para todos aqueles que sentem interesse pela leitura que aborda questões polémicas que, em pleno séc. XXI, deveriam ser obsoletas.
“(…) a história decorre de forma directa e arrebatadora e o leitor vai devorando linhas, páginas, capítulos, na ânsia de saber qual o destino da pequena «Malacarne»”
Em Mães que Tudo encontramos a mãe real, que ama incondicionalmente e sofre na mesma medida. Mas também os filhos e as suas relações com a figura materna.
“Chamavam-lhe Grace é um ensaio sobre a condição feminina, os mundos solitários das prisões e hospícios e ainda da origem da ciência moderna, dos primórdios do estudo do comportamento humano, a necessidade de matar e a regeneração de quem aprende a mentir, dissimular e esconder para sobreviver. “
“Tal como fez na sua admirável biografia de Strindberg, [em «Eu Sou Dinamite!» ]Sue Prideaux é exaustiva sem ser redundante, minuciosa mas não enfadonha; revela capacidade para fazer desvios estratégicos, mas tem um sentido de orientação digno de louvor.”
“Escrito com irreverência e imaginação, Materna Doçura conduz-nos da primeira à última página com uma avidez feita de riso, emoção e drama. Uma leitura imprescindível.”
“Da voz de Bibiana e da mudez de Belonísia, cujo timbre sempre foi o som do mundo, fala-nos Itamar Vieira Junior neste romance que retrata em poesia a verdade do sofrimento e crueldade humanas e a resiliência digna de quem, derrotado, terminará por vencer. «Sobre a terra há de viver sempre o mais forte.». Deleitem-se!”
Ouro, Prata e Silva é o primeiro livro da série em torno de Marcelo Silva, um jornalista experiente que é nomeado para dirigir uma nova brigada anticorrupção numa Lisboa a rebentar pelas costuras de turistas e onde os vícios e perversões da elite que controla o país são encapotados à vista de todos. Logo nos …
“Poeta bilingue, génio de inúmeras facetas, Fernando Pessoa foi tão grandioso (ou praticamente o foi) como o poeta português que mais assombra o cânone da literatura nacional, quanto o foi ao escrever na língua de Shakespeare.”
“As histórias de Maria Judite Carvalho oscilam entre uma melancolia esmagadora e a ironia de pequenos acidentes que afastam ou aproximam estas pessoas, que parecem suspensas no espaço e tempo, longe do mundo e dos outros, fechados em casas que tanto os protegem como os isolam…”